Exigência de concessionária é o pesadelo de qualquer cronograma. E a maioria delas nasce do mesmo lugar: documentação incompleta ou inconsistente no protocolo. Preparamos o checklist que usamos internamente para aprovar projetos na primeira análise — salve esta página e consulte antes de cada envio.
Documentos do titular da unidade consumidora
- Documento de identificação (RG e CPF ou CNH) do titular da conta de energia;
- CNPJ e contrato social, se o titular for pessoa jurídica;
- Conta de energia recente da unidade consumidora (idealmente a última fatura);
- Procuração, quando o solicitante não for o próprio titular.
Atenção: o nome no projeto deve bater exatamente com o titular da unidade consumidora. Divergência de titularidade é uma das exigências mais comuns — e das mais fáceis de evitar.
Documentos do imóvel e da instalação
- Comprovante de endereço ou matrícula/IPTU quando exigido pela distribuidora;
- Fotos do padrão de entrada (algumas concessionárias solicitam);
- Coordenadas geográficas da instalação, quando aplicável.
Documentos técnicos do sistema
- Datasheets dos módulos fotovoltaicos e do(s) inversor(es);
- Certificado de conformidade do inversor (registro no Inmetro);
- Diagrama unifilar do sistema, no padrão da concessionária;
- Projeto elétrico completo, assinado pelo responsável técnico;
- ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) emitida e paga no CREA;
- Formulário de solicitação de acesso da distribuidora, preenchido conforme o manual dela.
Cada concessionária tem seu padrão
Aqui mora o detalhe que derruba muitos protocolos: o mesmo sistema pode exigir formulários e diagramas diferentes dependendo da distribuidora. Modelo de unifilar, nomenclatura de campos, forma de anexar documentos, limite de potência por fase — tudo varia. Antes de protocolar, consulte o manual de acesso da concessionária da sua região (ou trabalhe com quem já conhece todos eles).
Checklist final antes de protocolar
- ✅ Titularidade confere com a conta de energia?
- ✅ Datasheets correspondem exatamente aos equipamentos que serão instalados?
- ✅ Inversor com registro válido no Inmetro?
- ✅ Diagrama no padrão da distribuidora?
- ✅ ART emitida, assinada e paga?
- ✅ Formulários da concessionária preenchidos sem campos em branco?
Se marcou tudo, as chances de aprovação na primeira análise são altíssimas.
Terceirizar vale a pena?
Para integradores que protocolam vários projetos por mês, montar essa documentação para cada concessionária consome horas de engenharia que poderiam estar em novos orçamentos. Terceirizar a homologação com uma equipe especializada significa documentação no padrão certo de cada distribuidora, resposta rápida a exigências e — no caso da WAUTTEC — acompanhamento de cada projeto em tempo real pelo sistema exclusivo do parceiro.


